Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Ter | 21.05.24

Sou uma pessoa de memórias

m-M
Desde pequena sempre tive uma memória fantástica: detalhes, datas, pormenores. Dos locais, das pessoas, "daquele" click especial com esta ou aquela pessoa. Logicamente o meu cérebro já não é o mesmo e já há pedacinhos que não estão tão vivos em mim, como antes.   Mas sou uma pessoa de memórias. Falo com amor e emoção de dias de há décadas. De pessoas que já não fazem parte da minha vida. Daquela refeição. Daquele vinho. Daquele monumento. Mesmo que se tenham (...)
Sab | 18.05.24

...

m-M
Saudades de uma petiscada sem ter que pensar no dia seuinte, na ansiedade, no se vou conseguir aproveitar o momento, estar no presente. Não é pela comida ou pela bebida - se engorda. se é saudável... É pelos calendários e pela ansiedade e depressão, mesmo.
Qui | 16.05.24

Trabalhar em nós mesmos

m-M
Faz este mês 2 anos que estou em terapia regular. Muitos, muito dias dou graças pelo meu caminho se ter cruzado com a Dr.ª C. Começamos o contacto pela especialização em terapia de luto; mas com tudo o que tenho vivido nos últimos 2 anos, o nosso trabalho tem-se ramificado muito para fora "só" disso. Sim, ela sabe que a minha mudança de personalidade e de visão da vida veio do impacto total que é perder a minha irmã. O processo, o roubo, a dor, a saudade, o aprender a viver (...)
Sex | 03.05.24

Escrever

m-M
No outro dia fui parada por uma micro-nano-inserir tamanho- influencer, que é minha vizinha, na rua.   Apesar de morarmos a 3 ruas de distância, raramente nos vemos pessoalmente; e tal como eu, depois da pandemia abrandou o seu ritmo de partilhas. Disse-me, com o seu habitual sorriso rasgado de energia, que me tem lido. E eu fiquei genuinamente surpresa, e honrada.   Regressei ao blogue uma pessoa diferente. Já não penso no que escrevo, do ponto de vista de modas, de visitas, (...)
Qui | 11.04.24

Amarras, que são dos outros

m-M
Quem me lê há muito sabe. Ser mãe nunca-me foi prioridade ou chamado. Tivemos, enquanto casal, ali uma fase de quase nos deixar levar pela evangelização da sociedade. E logo a seguir fomos rodeados de mortes e dificuldades. E aí soube, porque a minha intuição sempre foi a de não trazer ninguém mais ao mundo. Em terapia tenho falado sobre isso, sobre a certeza, a certeza de ambos, pelo que sabemos não ser egoísmo; mas cuidado, noção. Aos 38 anos finalmente comuniquei-o (...)