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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Sex | 26.02.21

6 meses e 41 anos

m-M
Hoje celebramos os teus 41 anos. Não é porque partiste que deixarei de te celebrar.   Fez ontem 6 meses que tive que te dizer adeus. Mas amo-te tanto ou mais desde esse dia.   Não te "pinto de cor de rosa", ainda sofro muito com o teu último ano. Dói a saudade, magoa o "nunca mais". Custam os dias em que sorrio e, tu sabes, ainda estou a tentar perceber o que é a noção de felicidade sem ti. Choro de falta, em muitos dias. Sorrio triste quando voltam memórias, assim, "do nada". (...)
Ter | 16.02.21

Experiência | Taco Bell, Lisboa

m-M
Mais um sábado, mais um takeaway. (não foi é este sábado que passou, mas a experiência vale a recordação)   No decorrer de 2020 a famosa cadeia de tex-mex, Taco Bell, chegou a Portugal. Mas a minha relação de carinho com estes restaurantes vem de trás: há uns anos que trabalho para uma empresa espanhola. A primeira vez que os visitei, para receber formação, foi a primeira vez que viajei sozinha, para uma cidade que não conhecia. Entre os nervos e os atrasos do aeroporto, (...)
Sab | 13.02.21

Programas caseiros do confinamento

m-M
É verdade, chego a estar 2 semanas sem sair de casa, nem para o "passeio higiénico". Saí para votar, saí para entregar uns documentos e saí para ir com o Freddie ao veterinário. Foram estas as saídas nas últimas 6 semanas.   Pessoalmente, acho que muito do que me tem ajudado a lidar melhor com este segundo confinamento (mais) geral é o criar programas. Sozinha e a dois. Eu tenho lido mais e tenho procurado dedicar alguns minutos por semana a conversar com os amigos (...)
Seg | 25.01.21

5 meses.

m-M
Já reparaste? Chegou o frio, de que não gostavas nada, e tu não estás aqui. Para vestir meias fofinhas, e muitos casacos, uns por cima dos outros, qual cebola.   Passou o Natal, e o Ano Novo. E, na vídeo-chamada para Casa, continuei a olhar para a mesa, à espera de te ver. E aí, acontece sempre a mesma desilusão. Desilusão consciente, fruto da saudade.   É verdade que, com a idade, os presentes materiais deixam de ser relevantes. Tanto que o meu grande presente, este (...)
Sex | 25.12.20

Vestir cor, num processo de luto

m-M
Faz hoje 4 meses que a minha irmã partiu. Para nós, o dia de Natal fica assim marcado - tal como todos os outros dias 25, daqui para a frente... Agradeço, pelo menos, ao "Tio Costa" por permitir que possa ter estado com os meus pais (numa pequena consolação) nestes dias tão difíceis, tão sem cor.   Até este ano, a minha maior perda e o meu "primeiro grande luto", foi há 17 anos, com a morte do meu avô paterno.  O meu Avô-Anjo, o avô que considero quase ter sido o único, (...)