Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle.
Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!
Faz hoje 22 anos que entrei para a faculdade.
O meu curso era na rua paralela à casa do meu Avô-anjo.
E se houve alguém feliz com essa minha conquista, foi ele.
Pena que faleceu 2 meses depois...
E ultimamente tenho pensado muito nele.
Nas saudades que tenho dele.
O meu "único" avô, por circunstâncias dos adultos.
Ele foi o elemento etéreo, feliz, sonhador da minha infância.
Ele foi o meu Peter Pan, o meu maior fã.
É nele que penso quando penso na m-M pequenina.
No (...)
A palavra bonita mais bonita que me dedicaram nos últimos tempos: irreverente.
Eu, queita, calada, na minha. A só querer paz.
Mas pelos vistos, o gostar de música, de livros, de documentários e de tatuagens com significado faz de mim irreverente (dito de sorriso inspirador nos lábios).
Trazes liberdade a todos.
E a mim trouxeste o meu avô-anjo e o meu afilhado. Os meus "homens" amor maior: sonhadores, Peter-Pans, doridos, nem sempre capazes, Humanos.
Já vivi mais anos sem o meu avô do que com ele, mas os nossos momentos, a sua postura, a sua capacidade de acreditar, sempre!, nunca me deixam - e com orgulho. O H. nunca o chegou a conhecer - e que falta lhe faz - mas tem muito dele. Mais uma vez, que orgulho!
Está um homem, grande, trabalhador, estudante.
Os (...)
Há anos que leio sobre relações tóxicas. Como são máscaras para uns, aproveitamento para outros. E como no fim, há sempre magoados. Pensei (tontinha, eu sei!) que já distinguisse os traços ao longe... mas a verdade é que o maior cego é o que não quer ver. E o que eu pensei que era uma relação com pés e cabeça, com "para sempre", afinal era do mais tóxico que já vi. E quanto mais, vivi... Eu mascarei amizade de amor. Houve muito quem se aproveitasse. No fim um ou (...)