Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle.
Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!
Sonhei que, décadas depois, nos encontramos numa cidade diferente.
Que escrevemos, em tecido, como nos anos 90, os sentimentos dos anos que passámos juntos.
Sorri porque fizemos as pazes.
E os sentimentos que ficaram, e que expressámos, eram dos bons.
A seguir, saí para a rua, de pedras escuras, e segui.
Como a vida seguiu.
Este ano marcam-se 6 Natais sem ti. A saudade está cá sempre, qual água mole em pedra dura, a falta do lugar à mesa vazio, o pão de ló com queijo que já não comes; em como o Natal ganhou fôlego com os teus meninos.
A falta que me faz pensar nos teus presentes. E no pijama e Rafaellos que tu me oferecias, nos últimos anos. Eu que não gostava de receber pijamas... agora olho para a gaveta e os melhores são os que tu me deste.
E as voltas que a vida deu entretanto?
E o (...)
Segundo as "más-línguas", deveria ter nascido hoje, faz 40 anos.
No dia mais curto do ano, no solstício.
Gosto de celebrar este dia, não por mim, mas porque significa que, a partir daqui, há mais horas de sol, porque vem aí o Natal, todo um ano novo bate à porta. Faço a "sopa especial", faço as asinhas com paprika na air-fryer, faço o vinho quente caseiro.
Acendo velas.
E, nem sempre, mas às vezes, penso no quão diferente poderia ter sido a minha vida se eu não (...)
Mas só acho...
Que este ano me sinto capaz de voltar a fazer a mousse de chocolate caseira, que fazia para a minha irmã.
Estou a pensar voltar a pegar na receita que está escrita na minha caligrafia de adolescente de 16 anos; e refazer a mousse para a passagem de ano.
Que vai ser em casa, com os nossos pais.
Que será que as pessoas que passam no cemitério pensarão se eu for lá deixar uma tacinha?
Será que ainda me sairá bem ao fim de tantos anos?
Se a memória não (...)
Comédia stand-up. Adoro, desde muito nova. Afinal de contas sou da geração do "Levanta-te e Ri". Tenho os meus favoritos, e, quando morava sozinha no Porto, juntamente com um amigo, víamos pelo menos um espectáculo por mês, ao ponto de sermos conhecidos no circuíto do Norte.
E este mês vou poder regressar, ver um dos meu OGs, em Lisboa, com o m-R.
Estou tão contente de ainda ter momentos de viver paixões boas, que são quasi-eternas!