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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Seg | 28.09.15

Facada em cheio.

Lembram-se deste post?

Pois... esqueçam.

A partir desta semana volto a ficar "sozinha".

O Vicky sentiu tantas ou mais dificuldades do que eu na adaptação a Lisboa.

Mesmo com o irmão cá... voltou a arranjar emprego no Porto e lá vai ele.

 

Logo agora que tinhamos falado em voltar a sair, para nos animarmos e nos tornarmos mais socialmente ativos.

O medo dele em ter que me dizer foi tanto... que mo disse pelo Facebook, por mensagem.

Lá se foi toda a vontade que ontem tivesse, de por um pé fora de casa.

Fechei-me em casa. A receber sms do m-R feliz, em Londres. Bebi mais de 5 litros de chá. Vegetei, sem me lembrar do que vi, em frente à super TV que compramos na 5ª feira. Chorei. Questionei-me e questiono-me muito, sobre o rumo que estou a dar à minha vida.

Quem raio sou eu? E com que raio sonho, afinal?

Estou no trabalho a escrever este texto, de rosto fechado, mas morta por poder chorar.

A única pessoa "minha", que tinha em Lisboa, vai embora. Esta cidade suga mesmo a alma às pessoas.

 

Eu estou cá por amor. Já que nem a minha carreira cresce ou avança.

Já nem eu sou a mesma e sei que muito se deve ao facto de, neste momento não sentir que pertença a lado nenhum, nem a ninguém.

 

Para quê fazer planos, se tudo de relevante, fora o Amor, está fora das nossas mãos?

Só nos habilitamos a facadas em cheio, no coração.

 

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