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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Sex | 12.08.16

Cores no vestuário:

Hoje, já a pensar na viagem, decidi estrear uma blusa de renda (preta), que comprei vai para 2 anos - esta minha mania de comprar as peças a pensar em eventos, e depois não ir... - e uma saia pencil (vermelha), que a Sogrinha me doou - uma peça súpéh vintage, de quando ela tinha a minha idade.

Aaah e o coração de filigrana que o m-R me ofereceu no 3º aniversário e as imitações de Paez (super fofas) que comprei numa sapataria no Porto - pelintra style.

 

Sinto-me bem.

O que até tem sido raro. Que a minha auto-estima e auto-imagem andam pelas ruas da amargura.

 

E de repente dei por mim a pensar no que um antigo médico meu me disse, há uns 10 anos.

Que a cor pode ser uma tentativa de expressar a nossa alma, exteriorizada nas roupas.

Mas que há cores tão fortes e tão extremas, que o vamos senitr na pele. Podendo correr bem, ou não.

 

Normalmente sou uma pessoa muito de pretos e azuis, rosas pálidos. Este ano ganhei carinho ao branco (cor que abominava). Sinto saudades do outono para vestir bordeauxs kakhis.

Gosto de cores fortes como o azulão, o vermelho, o verde-mar, o turquesa, o coral, os lilázes (que me ficam tão bem!!!). Mas acabo a não ter coragem de os comprar. Olho para as outras pessoas e suspiro, mas perco a coragem para mim - e depois fico frustrada comigo mesma, mas isso já é outra história...

 

Hoje, olho para a minha saia vermelha, e o semi-transparente da renda e penso nas palavras do médico.

Que raio de alma é a minha, que se sente bem de vermelho?

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