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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Qui | 13.06.24

O Mundo lá fora

Quero conhecer o Mundo lá fora.

E até tento visitar um país novo por ano...

Mas depois... depois há aquela cidade, aquela que me chama e eu por mim, largava tudo e ia.

 

Representa tanto, e eu sei que penso sempre em voltar - esteja bem ou em baixo - à procura da sensação que tive nas primeiras vezes...

 

Sinto saudades de me surpreender com um sítio... ao ponto de querer repetir e voltar e sonhar em fazer as malas, e ir.

Sou só eu com esta dicotomia, meia doida?

Seg | 10.06.24

Never trust your idols

Fui uma adolescente fã dos BSB.

O Nick Carter foi a minha primeira crush no que toca a celebridades.

Perdi-lhe(s) o rasto quando me comecei a interessar por outros tipos de música; e, na minha mente, ele e as suas músicas, ficaram lá "atrás" como memórias musicais alegres, de outros dias.

Tenho estado a ver este documentário - e caraças, o fulano não só era um creep, como acomolou o pior das estrelas sem noção: sem humanidade, sem limites, sem coração... que podridão.

 

Nele, naquela família...

Foi-se a adolescência e acho que já nem a música terá nada de bom associado...

Ter | 04.06.24

Das Bodas de Ouro

Correram bem, mas tão bem!

 

Foi tão bonito ver os meus pais felizes, ansiosos como os noivos que foram faz 50 anos e de novo no dia 25.

Antes de arrancar para a igreja passei pela minha irmã, que nesse dia celebraria 22 anos de casada, se estivesse entre nós.

Mostrei-lhe o meu vestido, os meus sapatos e disse-lhe, como todos os dias, que isto de ser "filha única" não tem piada nenhuma.

 

A cerimónia foi pequena, simples,bonita. Os meus pais levaram vestidos os trajes do meu casamento; enquanto eu levei os meus sapatos e brincos de noiva - houve ali um full-circle moment.

O padre foi humano, falou da família, incluiu as duas filhas ("a que está a ver tudo e a que está aqui, connosco"), os meus sobrinhos estiveram lá e fizeram parte da troca de alianças.

E no final foi lido e oferecido o auto de há 50 anos, aos meus pais, com a presença da madrinha, que voltou a dar o seu aval - a minha tia tem hoje uns fantásticos 92 anos.


O dia esteve soalheiro exatamente até à saída do último convidado.

O espaço, a comida e as pessoas foram e estiveram o melhor que poderia esperar.

O melhor de tudo? Foi ver o sorriso nos meus pais, quase que como o alívio de cruzar uma meta. E a alegria quase teenager de quem, de seguida foi de lua-de-mel.

 

Não sou fã do 25 de maio... mas este aqueceu-me o coração.

 

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