Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle.
Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!
O Nick Carter foi a minha primeira crush no que toca a celebridades.
Perdi-lhe(s) o rasto quando me comecei a interessar por outros tipos de música; e, na minha mente, ele e as suas músicas, ficaram lá "atrás" como memórias musicais alegres, de outros dias.
Tenho estado a ver este documentário - e caraças, o fulano não só era um creep, como acomolou o pior das estrelas sem noção: sem humanidade, sem limites, sem coração... que podridão.
Nele, naquela família...
Foi-se a adolescência e acho que já nem a música terá nada de bom associado...
Foi tão bonito ver os meus pais felizes, ansiosos como os noivos que foram faz 50 anos e de novo no dia 25.
Antes de arrancar para a igreja passei pela minha irmã, que nesse dia celebraria 22 anos de casada, se estivesse entre nós.
Mostrei-lhe o meu vestido, os meus sapatos e disse-lhe, como todos os dias, que isto de ser "filha única" não tem piada nenhuma.
A cerimónia foi pequena, simples,bonita. Os meus pais levaram vestidos os trajes do meu casamento; enquanto eu levei os meus sapatos e brincos de noiva - houve ali um full-circle moment.
O padre foi humano, falou da família, incluiu as duas filhas ("a que está a ver tudo e a que está aqui, connosco"), os meus sobrinhos estiveram lá e fizeram parte da troca de alianças.
E no final foi lido e oferecido o auto de há 50 anos, aos meus pais, com a presença da madrinha, que voltou a dar o seu aval - a minha tia tem hoje uns fantásticos 92 anos.
O dia esteve soalheiro exatamente até à saída do último convidado.
O espaço, a comida e as pessoas foram e estiveram o melhor que poderia esperar.
O melhor de tudo? Foi ver o sorriso nos meus pais, quase que como o alívio de cruzar uma meta. E a alegria quase teenager de quem, de seguida foi de lua-de-mel.
Não sou fã do 25 de maio... mas este aqueceu-me o coração.