Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto... Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final. Parágrafo!

Água mole em pedra dura...

Eu sei que tentei. Sei porque, há três meses que lutava contra a minha voz interior, na ânsia (cega), de chegar a algo lado.

Eu sei que mesmo não se vendo, abri o meu peito o melhor que pude, e desenhei confiança onde ela começava a rarear, tal era a minha esperança.

Mas não deu. Desencontramo-nos a muitos níveis, e desta vez, não tínhamos grande chão em comum.

9 meses depois, deixei a terapia.

Há meses que ando em luta, a agarrar-me à mais fina e pequena réstia de interesse e esforço da A. E a última sessão acabou numa nota que me mostrou isso: terapia não é o paciente sentir-se em esforço para ser "encontrado" pelo seu terapeuta. É um trabalho do terapeuta chegar ao paciente, é o SEU trabalho.

Que cada vez menos acontecia.

Tal como sentia (e pressentia) a A. e eu estamos em comprimentos de onda demasiado diferentes, quase opostos. Não sou "o paciente modelo da A.", nem ela os deveria ter, mas, em tantos meses foi o que passei a sentir, que ela tem "modelos de paciente" e eu não sendo um deles, comecei a ser deixada de lado.

E caraças, uma pessoa, quando está mal, precisa de ajuda e a procura, como eu, não é para PAGAR e sair de lá a sentir-se assim ou é?!

 

9 meses depois, saio, sem ter perdido tudo. Não estou, nem de longe, nem de perto, onde queria ou sonhava estar. Acho até que estou bem longe disso, mas cheguei a "algum lado" e o melhor é que consigo visualizar, perceber onde estou.

Esta experiência é oposto da experiência de há 5 anos, quando a A. me ajudou a reencontrar a vida. Mas lá está: as pessoas mudam e evoluem, e por vezes, as direções afastam-se, demasiado.

 

Estou triste, frustrada ressentida. Acima de tudo E apesar de tudo, desiludida, mas o passo tinha que ser dado.

Daqui para a frente? Não sei.

Sei que tenho o melhor companheiro do mundo, o MELHOR (que é meu amante e meu amigo). Que tenho amigos e ciclos de amizades. E que sobrevivo.

 

E estou aqui.

Aaah e tal, chegou o calor...

Chegou?

Aaah chegou, chegou!

 

E Mister Snape que o comprove:

 

Nós, reles humanos, ainda não conseguimos por a mantinha (do IKEA) de parte, quando vamos ver um bocadinho de Têbê para a sala, maaaaaaaaas o Sinhor Gato já se esparrama todo, como se o calor não o deixasse em paz!

 

E os vossos patudinhos, têm-se queixado muito?

IMG_0835.JPG

 

Receita - "Rancho" vegetariano

Ora, como já partilhei aqui no blogue, há uns bons anos, o m-R não é nada gourmet a comer.

In fact, "chocou-me", quando começamos a viver juntos, quando um dia me pediu para fazer "rancho", comida que eu associo aos sábados ao almoço, quando o meu pai chegava do trabalho.

Ou seja, o m-R adora estufados. Entretanto, habituou-se aos meus estufados, que em vez de tomate, têm uma colherinha de massa de pimentão, para dar cor e sabor, e fugir ao tomate, ao qual eu sou intolerante.

 

Na semana passada, pediu-me um estufado vegetariano, e eu, confesso, estava sem ideias. Não queria caril, nem açafrão. Maaaaas ando numa fase muito "alho francês + cogumelos + leguminosas = <3"

E plim! Toca de me lembrar de fazer rancho, mas sem carne. E, repente, sem saber, encontrei o nosso novo prato favorito - até porque aproveitei e repeti, com ingrediente diferentes, para dar a provar à Sogrinha durante o fim-de-semana prolongado.

 

Tudo o que precisam é:

  • meio alho francês (cortado em quartos)
  • 4 cogumelos frescos (laminados) OU 100 g de agriões frescos (cortados)
  • meio frasco de leguminosas (eu sou alérgica a leguminosas enlatadas, mas podem fazer com enlatados, claro!) - usei grão e feijão fradinho
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 150 g de abobora em cubos OU 150 g de courgete em rodelas
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • 2 colheres de sopa de vinho branco
  • azeite OU manteiga, sal, pimenta, malagueta, pimentão doce (em pó) q.b
  • 4 punhados de uma massa à vossa escolha (eu escolhi cotovelos e espirais)
  • sumo de meio limão e 20 g amendoins picados

 

Refoguem em cru os legumes listados no azeite ou manteiga (a receita com manteiga fica mais cremosa), temperados, por 15 minutos em lume médio. acrescentem 150 ml de água quente, juntem a massa (esta quantidade dá para alimentar 4 a 5 pessoas), deixam cozinhar por mais 10 minutos.

No final, "para rematar" reguem com o sumo de meio limão e polvilhem com amendoins cortados.

Se a Sogrinha aprovou, podem confiar!

Receita - "Bifinhos" de tofu com cogumelos

A receita desta semana traz-nos de volta o tofu.

Aproveitei uma promoção que o Jumbo estava a fazer, na semana passada, em produtos saudáveis e "alternativos", encontrei tofu, incluindo tofu temperado e pimbas! Cá vai disto.

Admito, por ser a 1ª vez que tentei repetir esta receita, que comi em dezembro no almoço de Natal da empresa, guardei-a para o jantar de 6ª feira, para, se corresse muito mal, podermos atacar pipocas a seguir, enquanto víamos um filme 

 

A receita é bem simples e rápida, o meu medo estava no molho... aqui por casa acompanhei de puré - que já não se faz há semanas...

 

Ingredientes:

  • 250g de tofu temperado (exótico: temperado com açafrão, abóbora, cogumelos, sal, alho, pimenta e picante)
  • 8 cogumelos frescos, laminados (à mão, pela je)
  • 1/2 cerveja mini
  • 1 colher de sobremesa de maizena
  • sal, pimenta e sumo de limão q.b

(esta é a marca que estava em promoção - continuo a preferir o tofu que compro no Martim Moniz)

 

Tempera-se o tofu de um dia para o outro (eu apenas uso sal, pimenta e alho, para ficar saboroso mas simples).

Mesmo antes de cozinhar, corta-se em bifinhos finos, que se dispõem num pirex com regado com sumo de limão.

Salteiam-se os cogumelos apenas com azeite e alho, regam-se os mesmos com a cerveja e o amido, em lume mínimo, até engrossar e retificam-se os temperos do molho.

Cobrem-se "os bifinhos" com este molho e vai ao forno cerca de 10 minutos.

 

Neste período podem preparar o puré de batata.

 

Plim! Em 20 minutos têm uma refeição saudável, saborosa e reconfortante, na mesa e que correu muito bem! 

Um ano depois, mais ou menos "no mesmo sítio"...

Há um ano atrás este blogue esteve em pausa, quando cheguei a uma altura em que já não estava a conseguir lidar com o bullying laboral; quando então decidi "desaparecer" para não pesar a quem me lê/lia...

 

Nessa altura fiquei sozinha na equipa onde trabalhava. Dos 18 que chegamos a ser, ficamos 3, contando comigo, que a 22 de março tinha sido informada que tinha sido dispensada e sairia em maio seguinte.

Perdi a companhia dos almoços, a companhia dos regressos para casa. Não tinha com quem falar, andava lá, feita fantasma.

Quem ganhou com isso? A saúde e a carteira. Porquê? Porque deixei de fumar.

Sou uma fumadora social e uma fumadora nervosa. Fumo, maioritariamente, quando tenho companhia e/ou estou nervosa.

 

Neste último ano consegui estar 2 meses sem fumar. Consegui reduzir para 1 a 2 cigarros por dia. Consegui passar para cigarros fraquinhos e mentolados. Sem pressões, simplesmente porque é a diminuir que me sinto melhor. Porque os dias em que fumo como chaminé são cada vez mais raros e sabem-me bem assim, raros!

 

Entretanto, nas últimas semanas, chegamos a "um dia" em que o maço acabou. E não apeteceu a ninguém ir comprar. E depois estava a chover. E depois estava frio... E assim se passaram duas semanas, sem reparar.

Há duas semanas que não fumo. Há duas semanas que não gasto dinheiro em tabaco. O mais engraçado? Não "fiz por isso", não é nenhuma meta ou decisão inabalável ou fundamentalista.

Conhecendo-me, na próxima visita ao Porto, nas férias no fim de abril (se não antes), lá me irei munir eu de um maço, para me auxiliar no lidar com os nervos.

Ao fim e ao cabo, estou a escrever este texto, por me ter apercebido do quão cíclica eu sou e a vida pode ser.

O IRS está-me a tirar anos de vida!

Deus meu, entrego o IRS como "adulta" desde 2008.

E valha-me Deus se há ano que me esteja a sugar inteligência como este.

Ela é decidir se entrega o IRS como solteira, ou como ajuntada. Ela é confirmar tudinho que 2016 foi ano da maior despesa da minha vida (aaai casa linda da dona! ). Ela é confirmar se não me chulam com o IMI. Ela é confirmar que a multinacional do DÉMO declarou os papeis todos. Ela é medo de morte desta declaração automática que se começa este ano.

Nota-se muito que não me sinto à vontade com Finanças? Mas que as levo a sério pra xuxu?!

 

Juntem a isto... uma das minhas maiores tarefas deste ano estar a ser o desenho da estratégia de 1º ano de consignação de IRS para o local onde trabalho.

No processo de recrutamento, em julho..., foi o meu "teste", super aprovado e aceite - e ainda era eu uma inocente no que implica trabalhar nesta área... 8 meses depois de aqui trabalhar, pimbas! O documento regressa, toca de o adaptar e atualizar. Descrever objetivos, metas, orçamento, envolvimento da equipa... desenhar textos, slogans, posts, cartas, e-mails, faturas, recibos, SMS... estipular o calendário de ação... andar em reuniões com o dézainer... ter praticamente zero apoio da colega de Departamento... ter o Coordenador fora quase todas as semanas (em trabalho de campo).

O pessoal diz que a campanha está boa. Aqui entre nós? Está o melhor que se pode, sem dinheiro para gastar e tendo em conta que estou num sector que apela pouco aos Portugueses. Rezemos todos para eu não ser massacrada se os resultados não forem fantabulásticos 

Neste momento tenho 4 separadores abertos em textos sobre IRS, consignações, exemplos da concorrência e outras maravilhas relacionadas... quem disse que vida de marketer é glamourosa mesmo?!

 

E plim! Aparece um e-mail da Ana. Com uma lista sucinta, que me ajudou a ter mais umas ideias. E a fazer uma lista, um calendário, desta feita para MIM e garantir que não me esqueço de nada. (Serviço Público, é o que é! 'Cá um beijinho, Ana! )

 

» Este ano existirá um único prazo para entregar a declaração de IRS de 2016, independentemente da forma escolhida para entregar a declaração, em versão papel, ou online no site das Finanças. Todos os contribuintes terão de entregar o IRS entre 1 de abril e 31 de maio de 2017.

 

1. Preparar toda a documentação e faturas com tempo. Se possível, tenha uma pasta ou dossier onde ao longo do ano possa ir  juntando e arquivando todas as faturas. Check!

 

2. Verificar as faturas no site do E-Fatura ao longo do ano e classifica-las. Check!

 

3. Se a entrega é em papel, preencher a lápis primeiro aquelas áreas onde tem dúvidas. Os meus pais faziam isto 

 

4. Incluir as despesas veterinárias do Snape no IRS. O ano passado com o Botinhas tinha sido mais amigo do bolso... 

 

5. Não esquecer de solicitar senha de acesso online também para as crianças. Esta não sabia... vocês sabiam?

 

6. Se vão enviar a declaração de IRS online, fazer uma simulação antes de validar para saber se vão receber ou pagar. Lá em casa sentimo-nos no Preço Certo nesta altura do "campeonato"

 

7. Não esquecer o NIB, para reembolsos mais rápidos. Sim, não façam como uma pessoa que eu conheço... em 2009...

 

8. Há programas no computador ou no smartphone de gestão das faturas, mas toca a ser prudente para não haver  phishing ou roubo de dados online. Mais uma que eu não sabia. Pelos vistos sou old-school...

 

9. Após entrega online, pedir o comprovativo de entrega, e  para ir consultando também a situação da devolução do seu IRS. Admito, lá em casa, só eu é que tenho paciência e curiosidade para fazer esta...

 

10. Guardar todas as faturas que registou manualmente no E-Fatura durante 4 anos, pois podem vir a ser necessárias. Esta não consigo. Volta e meia... tenho assim um vaipe e limpo a carteira de tudo 


Mas há pessoal que eu admiro nesta altura do ano: os profissionais de contabilidade disponíveis para tratar de tudo quando a nós "comuns mortais" nos dá um momento "não posso mais com isto"! Abençoaditos! [Peçam é orçamentos!] 

Podemos voltar para Sábado?

Mesmo com uma crise de enxaquecas, no sábado, não me importava nada de "voltar para lá"!

Não, não sou masoquista!

Apenas sinto que consegui retirar sempre coisas boas de todos os dias deste fim-de-semana. Ontem deitei-me, enroscada no m-R e no Snape, com aquela sensação de "aproveitei mesmo os dias". E quando assim é: venha de lá o loop.

 

6ª feira saí do trabalho e encontrei-me com a P. e a G. e estivemos na conversa a matar saudades - que já não as via desde o chá de panela! O bom foi estar como se não tivessem passado dias nenhuns. Falamos dos novos empregos, do crescimento da pequena L., das entregas do IRS, entregamos presentes de Natal atrasados. E senti, finalmente, que já não é o inferno do nosso emprego anterior (onde nos conhecemos...) que nos liga. Mal falamos daquele sítio ou daquelas pessoas. Estamos a avançar na vida. E isso é bom de sentir!

 

Sábado, voltei a conduzir!  Mesmo com o meu Micrinha azul a dar claros sinais de que precisa de ser reformado 

Fizemos as compras do "mês" e alguma stockagem de produtos sempre úteis. Tratamos de presentes de aniversário, Dia da Mãe e coisas que tal, para não termos que andar a correr para os shóppes

[Sara, consegui encontrar chá vermelho no Jumbo! E aproveitei e comprei logo 3 embalagens, não vá ele desaparecer de novo!  (vá, também comprei nessas quantidades para partilhar com a Sogrinha!)]

De tarde fui atacada por uma crise de enxaquecas, que me impediu de ir já conhecer o pequeno M. da nossa Niki... fiquei no sofá, à espera de drunfes. Enquanto a chuva caía lá fora.

 

Ontem foi dia de ver filmes: Sausage Party e 50 shades of Black. Duas comédias bem parvinhas, "para adultos", perfeitas para combater a depressão de Domingo. Não são nenhumas obras-primas, mas são boas para desanuviar!

 

"Pelo caminho" ficaram novos sabores de gelatina, da Condi. Estou a salivar pela gelatina de cereja e a de melância! UAU! 

E hoje... cá estou eu de regresso ao escritório, com uma super campanha nacional para lançar, com um estagiário novo (muito simpático!), com uma saída de campo para a semana...

Podemos voltar para sábado? Vá láaaaaaaaaaaaaa!

 

É assim a vida, cá em casa:

Obrigado P3 por trazeres visibilidade à escolha que fizemos, há quase 2 anos, lá em casa.

 

O ser Flexitariano, para nós é isto, mas numa transição mais gradual, mais sustentada, para o corpo não passar por ressacas nem pela pressão do "fundamentalismo".

O casal do artigo é mais novo, mas está "nisto" há mais anos e tem uma visão mais decidida da sua escolha.

Nós? Nós pensamos na saúde 1º. No bolso em 2º lugar. E no sabor e na satisfação de comer sempre.

Leiam tudo aqui.

Nova Parceria - Dream Keeper

Eu sei, eu sei, "mais uma parceria"!

 

Mas não, não é!

É uma parceria que me deixa radiante. É uma parceria com um simbolismo enorme para mim - quem é que se lembra da minha 5ª tatuagem mesmo? 

É uma parceria de apoio, mais do que de "fama". Com o banner e o disponibilizar-vos contacto direto e condições especiais, ajudo a Marina. Uma artesã lutadora, linda, forte e uma inspiração.

17101846_10154962261443162_1494824080_n.jpg

 As peças são únicas, feitas com um carinho e atenção que já não vejo há muuuuuuuuito tempo, pelas internets.

E sim, já temos um dreamcatcher lindo, no quarto. E já estamos a fazer planos de pedir um para a entrada da casa - sim, porque não fui só eu que o adorei, o m-R, que não sabia de nada, ficou simplesmente encantado e tratou logo de o pendurar - longe do alcance do Snape!

Sim, a Dream Keeper é a nova parceria do blogue. A minha primeira parceria na área do artesanato e decoração. Uma parceria que procurei, enquanto fã e cliente, a nível pessoal, durante meses. 

E que nasceu agora, linda e perfeita, qual bebé desejado.

 

A vocês "só" peço uma visita à página da Marina e que, numa oportunidade se apaixonem, tanto quanto eu, por este trabalho único, artesanal e português.

Receita - Caril de lentilhas vermelhas e batata doce

No 24 Kitchen há uma cozinheira de descendência indiana (mil perdões, mas não me lembro do nome dela...) que tem um segmento de receitas, daquelas de 5 minutos, entre um programa e o outro.

 

Adoro vê-la, quando a "apanho", porque ela em 5 minutos faz sempre um enquadramento socio-económico da receita, junta-lhe memórias de infância e mostra como afinal a cozinha indiana está acessível e não é nenhum bicho papão!

Há uns quantos programas vi-a cozinhar um caril rápido de lentilhas vermelhas. E eu, que desde há um ano para cá virei super fã de lentilhas? Especialmente as vermelhas que são as que cozinham mais rápido, as que ficam mais macias e as que corremos menos riscos de ficarem encruadas.

Só vos digo, fiquei logo de "antenas" no ar.

Aqui entre nós, não estava com vontade de repetir o basmati, ou não parece que estou sempre a fazer as mesmas receitas 

 

Inspirei-me na receita do 24 Kitchen, abri o frigorífico e fiz a minha versão, com os legumes e ingredientes que tinha em casa.

 

Ingredientes:

  • meia cebola
  • 1 1/2 colher de sopa de manteiga
  • 2 dentes de alho
  • 2 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
  • 2 colheres de sopa de vinho branco
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • pimenta, sal, caril, açafrão, mistura de massala em pó e chili em pó q.b
  • meio talo de alho francês
  • meio talo de ruibarbo (descascado)
  • meio pimento verde
  • meia courgete (descascada)
  • 1 iogurte natural
  • sumo de meio limão
  • 3 batatas doces pequenas
  • amêndoas e amendoins naturais (cortados) para polvilhar e dar crunch

 

Comecei por cozer a batata doce, sem pele e em cubos, e as lentilhas, 3/4 de chávena, para duas chávenas de água (em tachos separados), cerca de 10 minutos. Reservei.

Depois fiz um estrugido muito leve, com os ingredientes pela ordem que encontram na lista e os temperos. Pessoalmente gosto de cortar todos os ingredientes em cubos pequenos, por um lado cozinham mais depressa; por outro envolvem melhor no molho das lentilhas. Os legumes, o vinagre e o vinho deverão (comigo acontece!) largar água suficiente para cozinhar os primeiros 10 minutos em lume médio-baixo. Ao fim de 10 minutos, junto o iogurte natural e o sumo de limão acabado de espremer, mexo e deixo cozinhar mais 10 minutos. No final, junto as batatas e as lentilhas e envolvo. Mesmo antes de servir, polvilho com os frutos secos et voilá!

(Imagem exemplificativa, para não variar... )

 

Em 40 minutos uma refeição saciante, reconfortante e que dá para 4 levadas