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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Ter | 12.09.17

Empurra-me.

m-M
Dói quando nos empurram. Dói quando nos empurram e caímos. E esfolamos o ego e as memórias, mais do que os joelhos. Quando somos pequenos, caímos quando nos empurram, nas brincadeiras, no recreio. Quando crescemos, habitualmente caímos quando nos empurram "para fora", contra a nossa vontade.   Já aqui escrevi que estas férias fui muito que empurrada, contra a minha vontade, e com muita dor à mistura, "para fora" do meu cantinho de hábitos e conforto, para fora do meu padrão (...)
Qui | 20.04.17

Poemas "do outro sítio" #9

m-M
Só o invólucro - 15.01.2009 O dia começouCom um vinco bem marcado,Entre o passado e o futuroEntre o ficar e o partir.Mas agoraSei.Que aqui não quero ficar.Presa na inocência do passado?Pistas ignoradas – sinto-as.Correr para o futuro agreste?Sou inércia, por isso não corro para lá.Aceitei novos pensamentos – ou estavam apenas ocultos?Vi mais claro na imensidão do escuro.Do antesSó o mais atento verá que igual,Só o invólucro.Sei.Hoje, só hoje, sei.Que este já não é o (...)
Qua | 29.03.17

Retirem-me o "título".

m-M
Ontem o Spotify trouxe-me, a pensar que me ia matar as saudades de "Casa", o Porto Sentido, de Rui Veloso. E eu, ao contrário do que faria nos idos de 2009, sorri. Eu, Portuense, com "letra grande", orgulhosa das minhas raízes, de gema, de alma e de coração; que até simpatiza com o Rui (mas que já não lhe liga tanto como antes)... eu, m-M Maria, nascida em Miragaia, não posso com esta música.   Convenhamos, mesmo quando estava no Porto e sonhava de lá sair (eu e os meus (...)
Qui | 23.03.17

Poemas do "outro sítio" #5

m-M
26.04.2010   Rosa Celeste Mordes. Beijamos... O toque da tua mão. A interrupção. A tua mão. O jeito, a lembrança que agora é sorriso gargalhado, descartada por ti e em ti. A timidez ao de cima mesclada com a vontade. O desculpa. O sorriso. [...]   As tuas mão frias, suadas. As tuas costas quando queria os teus olhos. O sorriso no passo que tremia mas fluía [...]. Tu normalizas-me. Da alegria de escrever uma antítese, uma sinestesia. Nascida de uma paixão assolapada que (...)