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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Estes são os meus pontos sobre saúde, culinária e lifestyle. Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final!

Ter | 05.12.17

#énatalénatal!

m-M
Como é que sabemos que está a chegar o Natal?Fácil! Basta fazer uma visitinha aos CTT para começar o dia... Primeiro: a alfândega agora "prende" tudo o que pode e pede quase 40% do valor da encomenda para desalfandegar - devem ter ficado sem o bónus de Natal e vão ao nosso bolso... Segundo: é ver o que já para aí vai de pessoal a enviar encomendas para os familiares e amigos que estão longe. Caixas, caixinhas e caixotões!Euzinha vou tratar disso, para a semana. Ele é o
Qua | 29.11.17

Abraçoólica

m-M
Lembro-me de quando era uma rapariga quasi-obcecada por abraços. Para mim, num abraço podia estar a(s) resposta(s) à(s) questão(ões) mais importante(s) do mundo. Um abraço, se bem dado, entrega, por entre os braços e a força do "aperto", o sentimento que as palavras não conseguem mostrar, ou que os olhos não conseguem dizer. Há uns anos, eu pedir um abraço, eu dizer que esperava por um abraço... era das maiores provas de carinho que eu podia dar a alguém. Um tipo de prova que (...)
Ter | 28.11.17

Um Natal menos consumista, por favor!

m-M
Hoje, a minha decisão de ser menos consumista está-me a "bater forte". Em conversa com uma amiga do coração e com o meu bff, percebi que isto de este ano não ter desejos, nem necessidades que se possam resolver com "lembrancinhas" é mesmo um momento diferente na minha vida. Não tenho grandes desejos porque estou a viver uma dicotomia pessoal:não me falta nadanão quero nada, porque a minha auto-imagem está tão baixa, que rosno à simples ideia de gastar dinheiro em mim. Necess (...)
Qui | 23.11.17

Saudade é o meu nome do meio

m-M
A maior dor de perda que senti até hoje, fez-me prometer não mais confiar num 23 de novembro. E já lá vão 14 anos a levantar o sobrolho a 23 de novembro. Dia-ladrão, que te levou de mim.   É "interessante" como 2003 acabou com o meu coração pequenino, partido, dorido, com a tua morte, com o nunca mais ver os teus olhos de criança, ouvir a tua gargalhada e ver como um homem pode não ter muito aos olhos dos outros, e mesmo assim ser verdadeiramente grato pelo que conseguiu e (...)