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Os Contos da menina-Mulher

Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto... Aqui toda eu sou vírgulas, reticências e, no extremo, pontos de exclamação ou mesmo um ponto final. Parágrafo!

Receita - Caril de lentilhas vermelhas e batata doce

No 24 Kitchen há uma cozinheira de descendência indiana (mil perdões, mas não me lembro do nome dela...) que tem um segmento de receitas, daquelas de 5 minutos, entre um programa e o outro.

 

Adoro vê-la, quando a "apanho", porque ela em 5 minutos faz sempre um enquadramento socio-económico da receita, junta-lhe memórias de infância e mostra como afinal a cozinha indiana está acessível e não é nenhum bicho papão!

Há uns quantos programas vi-a cozinhar um caril rápido de lentilhas vermelhas. E eu, que desde há um ano para cá virei super fã de lentilhas? Especialmente as vermelhas que são as que cozinham mais rápido, as que ficam mais macias e as que corremos menos riscos de ficarem encruadas.

Só vos digo, fiquei logo de "antenas" no ar.

Aqui entre nós, não estava com vontade de repetir o basmati, ou não parece que estou sempre a fazer as mesmas receitas 

 

Inspirei-me na receita do 24 Kitchen, abri o frigorífico e fiz a minha versão, com os legumes e ingredientes que tinha em casa.

 

Ingredientes:

  • meia cebola
  • 1 1/2 colher de sopa de manteiga
  • 2 dentes de alho
  • 2 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
  • 2 colheres de sopa de vinho branco
  • 1 colher de sopa de massa de pimentão
  • pimenta, sal, caril, açafrão, mistura de massala em pó e chili em pó q.b
  • meio talo de alho francês
  • meio talo de ruibarbo (descascado)
  • meio pimento verde
  • meia courgete (descascada)
  • 1 iogurte natural
  • sumo de meio limão
  • 3 batatas doces pequenas
  • amêndoas e amendoins naturais (cortados) para polvilhar e dar crunch

 

Comecei por cozer a batata doce, sem pele e em cubos, e as lentilhas, 3/4 de chávena, para duas chávenas de água (em tachos separados), cerca de 10 minutos. Reservei.

Depois fiz um estrugido muito leve, com os ingredientes pela ordem que encontram na lista e os temperos. Pessoalmente gosto de cortar todos os ingredientes em cubos pequenos, por um lado cozinham mais depressa; por outro envolvem melhor no molho das lentilhas. Os legumes, o vinagre e o vinho deverão (comigo acontece!) largar água suficiente para cozinhar os primeiros 10 minutos em lume médio-baixo. Ao fim de 10 minutos, junto o iogurte natural e o sumo de limão acabado de espremer, mexo e deixo cozinhar mais 10 minutos. No final, junto as batatas e as lentilhas e envolvo. Mesmo antes de servir, polvilho com os frutos secos et voilá!

(Imagem exemplificativa, para não variar... )

 

Em 40 minutos uma refeição saciante, reconfortante e que dá para 4 levadas 

Do sono e dos sonhos

Afinal, tenho lidado melhor com o corte da medicação noturna do que esperava.

A verdade é que, neste momento, sem seguro de saúde, não consigo sustentar as consultas no neurologista. Então? Então tenho mantido toda a minha medicação para as crises epiléticas, menos o medicamento noturno para dormir e diminuir probabilidade de crises, porque não temos como sustentar as consultas, os exames E a medicação - vocês têm noção do quão caros são os medicamentos para doenças crónicas, em Portugal? Só vos digo, até doem! 

 

Estou há perto de 2 meses (na altura até falei no assunto e nos meus medos, aqui no blogue) sem tomar os "apoiantes" do sono. Tenho noites em que, realmente, me é mais difícil adormecer. Tenho noites muito mais mexidas (diz-me o m-R). Tenho-me sentido mais cansada (e consequentemente tenho caído mais). Mas, por outro lado consegui voltar a lembrar-me com o que sonho.

Eu gosto de sonhar quando durmo. Normalmente, não tenho pesadelos. Normalmente consigo ver, estar com pessoas de quem tenho enormes saudades.

Nestas últimas duas semanas, sonhei duas vezes que estava de férias! 

Com o m-R, com a MC e com o EVO.

Vocês imaginam a alegrai que é sonhar com os nossos melhores amigos? Especialmente quando eles estão fisicamente longe?

Nessas manhãs tenho acordado a sorrir, com o coração quentinho, com a sensação de que estive mesmo com eles! Quase consegui sentir os beijinhos e os abraços, ouvi as vozes deles. 

E as preocupações, os medos a realidade não me seguiram para "lá".

 

Há uma (de mil!) frase batida que diz que os amigos nunca estão longe, quando são verdadeiros. Pois eu, ainda acrescento: os amigos de quem o coração tem saudades, estão à distância de um sonho.

De volta ao Yoga!

Com tanta viagem para cima e para baixo, o Carnaval pelo meio e tudi tudi tudi, há quase um mês que não ponho os meus pézinhos no Yoga.

'Tadinha da Marina... logo agora que tinha assinado o cartão de 8 aulas... mas vou ver se em abril me redimo: vou falhar uma aula por estar fora em trabalho, mas vou-me inscrever no workshop de dia 22 que a Marina está a preparar 

 

Mas hoje lá vou eu. Enferrujadita, com nódoa negra e uma "queda fresquinha" que dei hoje de manhã, ao chegar ao trabalho - dá para ver que estou numa fase tropeçona... não sei de que será, talvez cansaço?...

Já tenho saudades! E hoje, ainda posso agradecer mais ao "meu" Yogazito, pois foi o motivo perfeito para me baldar ao jantar de Dia do Pai marcado pelo Sogrinho! Este ano, Sogrinho querido lembrou-se que, fixe FIXE era arrastar os filhos e a enteada para 50 kms de casa, só para jantar... num restaurante chinês (ele que tem um bom chinês a 5 minutos de casa e farta-se de lá ir...). 

E eu? Eu, a assobiar para o lado, na minha aula de Yoga, vou aproveitar a noite para tomar um duche longo, fazer uma noite de SPA caseiro (que as viagens não têm ajudado nada a minha rotina de pele...), planear as refeições para o resto da semana e continuar a ler o meu livro do mês.

Aqui entre nós? Há bens que vêm por bem! 

Inspiração - Lang Leav

Isto de voltar a ler a poesia que já escrevi, fez-me pesquisar novos poetas.

Apesar de não ser a maior fã do mundo de poesia, e de quase fugir dos Cánones que TOOOOOOODA a gente ama, como "rapariga de Letras", sei que, quando encontramos quem nos toca, não há como um poeta para nos escrever a alma.

 

Em Português sou um pouco revolucionária, muito sentimental, muito "bater com o punho na mesa". Sinto-me Ary e Sophia, em muito, nos momentos importantes da vida (Ary foi o escolhido para abrir a minha Tese de Mestrado, para terem noção ).

 

Há umas semanas, enquanto pesquisava material para os Mood Boards aqui do blogue, cruzei-me com Lang Leav, uma poetisa das redes sociais, sim, leram bem, uma poetisa que ganhou força e visibilidade nas redes sociais e que desde 2014 anda a deslumbrar o mundo.

Para mim, tem uma escrita forte, pessoal, feminina, intensa. Tudo o que eu gosto, tudo o que me inspira. E quando percebi a história dela, tinha que a partilhar convosco.

 

Utilização - Linha Leite de Burra: Phillippe by Almada

Depois de receber os miminhos na altura do Ballentines, nada como celebrar a chegada a Primavera a contar-vos que tal tem sido a utilização desta linha que junta tradição, inovação e Portugalidade em prol da beleza.

 

Como vos mostrei, recebi um creme de rosto, um creme de corpo, um creme de mãos e uma sabonete todos da linha de Leite de Burra. A 1ª impressão? O maravilhoso cheirinho e a suavidade dos produtos!

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 Ao longo deste mês, aproveitei as minhas viagens para fora e o formato bem compacto das embalagens para as levar comigo, por este Portugal a-fora e não podia estar mais satisfeita.

Usei o sabonete em vez dos produtos agressivos dos hotéis.

Usei o creme de corpo, sempre, todas as noites (e é maravilhoso adormecer com o cheirinho destes produtos, suaves e femininos).

Usei o creme de dia, super hidratante e que consegui sentir na minha pele, pela suavidade e elasticidade que garante à pele. Sem sentir necessidade de andar com duas embalagens, e sentindo sempre que estava a cuidar da pele.

O creme de mãos é um vício para mim, coloco todos os dias ao acordar e ao deitar (depois de ter ganho o hábito com os cremes da Avon). Este creme não só hidrata e nutre, como, no meu caso, pelos produtos naturais, controlou e fez desaparecer a minha psoríase nervosa: win-win situaition! Ainda tem a benesse de a embalagem ser bem maneirinha e andar bem na mala.

 

O que sinto na minha pele, ao fim de um mês?

Sinto a pele hidratada, suave, com maior elasticidade e uma tez mais uniforme. E tudo só com 4 produtos, que cuidam o corpo todo!

Estou particularmente fã do creme de dia e do creme de mãos. Extremamente eficazes, em embalagens úteis, pequenas, discretas, mas que fazem o trabalhinho TODO, sem sentir que tenho que andar com um exército de produtos atrás de mim!

 

Pessoalmente, estou a considerar esta linha como prenda do Dia da Mãe  

 

E só para vocês, prometo novidades com esta marca, já na p´roxima semana... Conto convosco?

O quê? Já é 2ª feira outra vez?

2ª feira.

1º dia de Primavera.

E eu sinto-me aquele gif do John Travolta a olhar para todo o lado, perdida e confusa LOL

Como assim, já é 2ª feira, 1º dia de Primavera?

Ainda ontem andávamos aqui todos a perguntar até quando era correto desejar Bom Ano, uns aos outros 

 

Estou particularmente "morta", neste início de semana.

Voltei de Mogadouro na 6ª, às 20h. No sábado trabalhei até às 18h. Ontem foi dia de lavar roupa, fazer almoço, voltar às refeições vegetariana (fiz um caril de lentilhas vermelhas e batata doce que está "de trás da orelha!"  querem receita?), dormir uma sesta e voltar às caminhadas, ao fim de três meses.

Estou aqui que não posso, de dores no corpo... que o caruncho é lixado.

6ª feira dei uma queda, na saída de campo... sacaninha do tronco da árvore. Queda espalhafatosa e eu a tentar agir toda cool... resultado: calças todas empoeiradas e eu a pensar "aaah safei-me!".

Qual quê?! Chego a casa e m-R diz-me (sem ponta de sexyness):

Ei lá! Que grande nódoa negra, bem preta tens tu, aí no rabo!

 

Sim, deste lado fala-vos uma m-M com uma enorme negra no rabiosque 

Que ontem se lembrou de ir caminhar. Logo, é dores por todo o lado: ela é costas, ela é rabo, ela é pernas...

Para a próxima? Lembrem-me que já não tenho 18 anos, sim? 

 

Boa semana péssuau! A ver se esta semana o blogue já volta a um ritmo mais normal 

Algo vai mal no reino da "Dinamarca"...

Devido a problemas de saúde (alergias e intolerâncias alimentares) fui obrigada (pelos médicos) a fazer uma dieta proibitiva, muito rigorosa, durante 3 anos da minha infância.

Durante 3 anos comi os mesmos 6 alimentos, cozinhados da mesma forma, nos mesmos pratos. Era-me permitida "uma asneira" por MÊS! E era certinho, direitinho, que no dia seguinte estava pior.

 

Não é de admirar que, por um lado, a minha estrutura corporal tenha ficado marcada por isso - tenho uma cara magrinha e esticada, por "natureza" e, até há 3 anos, ficava com um ar emaciado, mal perdia mais do que 3 kgs.

 

Entretanto, com a mudança para Lisboa e várias alterações de saúde, mais do que engordar (5 kgs), ganhei volume, xixa, gordurinha...

Pelos motivos das alergias e intolerâncias, comecei a re-educação alimentar de que, volta e meia, faço aqui no blogue. Tornamo-nos flexitarianos, lá em casa. Regressei ao yoga, começamos a fazer caminhadas... mas a verdade é que, ao contrário, de muitos testemunhos na net, não perdi kiiiiilos, ou volume.

Perdi e tenho lutado para manter, estes resultados. Pouco mais consegui do que isso, nos últimos tempos.

 

Quando, aos 13 anos, me deram carta para comer "normalmente", outra vez, prometi a mim mesma que não iria entrar em dietas malucas, proibições fundamentalistas e sofrimento por causa da comida. Sabe Deus o quanto enjoo só de pensar naqueles 6 alimentos que comi, "sem fim", todos os dias...

 

Mas a verdade é que, ontem, dei por mim num raciocínio muito perigoso: percebi que, nesta semana fora, me tenho limitado, controlado e pior, quase culpado, no que como.

Sopa a TODAS as refeições, salada em TODAS as refeições (e duas refeições foram mesmo apenas e só salada), carnes só grelhadas e no forno, peixe... e muito pensamento no processo de comer sobremesa (em refeições de trabalho, pelo menos com este grupo, faz muito MUITO parte do processo), ao ponto de, ontem ao almoço, me ter sentido culpada enquanto comia o raio da sobremesa...

 

O tempo, o meu corpo, a minha genética lembram-me que não vou emagrecer do dia para a noite, que não há milagres, mesmo havendo esforço. Mas nunca, nunca me imaginei culpada por comer um raio de um doce.

E (pensem o que quiserem desse lado, riam-se, gozem-me, insultem-me, fechem a janela...) estou preocupada com isto. Não me sinto bem, comigo mesma.

Como é que se nota que estou fora em trabalho?

Fácil, muito fácil: eu raramente tomo café (quem segue o blogue há algum tempo sabe, in fact, que tenho é uma enorme panca por chá...), até porque eu "uso" o café para potenciar a medicação quando tenho enxaquecas...

 

Ora, estou fora de "casa" há 48 horas (e ainda faltam mais 24 horas...) e hoje, só hoje, já emborquei DOIS cafés.

Um ao pequeno-almoço e um agora ao almoço (sim, agora, que nós fomos almoçar já passava das 14h). E só vos posso dizer, o último estava mau que doía. Amargo e torrado como só ele :blhérc:

 

Espero bem que o cafézinho me ajude a suportar as reuniões técnicas da parte da tarde, a net fraquinha, fraquinha aqui do sítio e as temperaturas bipolares de Mogadouro...

Que hoje é "o dia difícil" deste périplo e eu já morro de saudades de casa...

 

Mas, nem tudo é negativo:

  • descobri uma casinha de Turismo Rural para onde quero "arrastar" o m-R: a dona da casa tem tudo num primor, o pequeno-almoço é tão caseirinho que parece ter sido feito pela nossa avô e, no Verão, têm uma piscina inserida no meio da paisagem! <3
  • descobri que tenho uma "enorme" base de fãs em Mogadouro! Quem diria, hein? :D

 

[Aaaah! Já passaram no Faicibuqui? Há passatempo com mais 6 meninas, lá na página.]

O Dia do Pai apanha muita gente de surpresa... - StarofService

 

Sim, eu sofro horrores com o Dia do Pai. O meu rico paizinho é daqueles pais tão felizes por ser pai, que nunca quer nada, nunca precisa de nada, não tem gostos especiais... bem, se formos a ver, até que tem: embora reformado, continua a adorar gadgets relacionados com a antiga profissão E é o único homem que eu conheço que adora, mas A-DO-RA receber flores, uma, um ramo, um vaso... não interessa! Dêem-lhe flores! 

 

Livros, DVDs, CDs, não fincionam com ele - só por aí dá para ver que "eu não saio ao pai"

Mas, depois de ler este texto que a Ana me enviou, algumas ideias até que fizeram plim!

 

1. Ofereça uma sessão de massagem para dois.

Sim, leu bem. Nunca tinha pensado nisso, pois não? Marque uma sessão de massagem para dois e vá com o seu pai. Talvez seja a primeira vez que o seu pai o faça e assim, além de lhe proporcionar uma experiência nova, ainda podem aproveitar para passar um bom momento na companhia um do outro, e para recordarem as suas traquinices de infância. - realmente meu rico pai tem problemas sérios de coluna, e eu, bem eu fico sempre nas nuvens depois de uma massagem! Mas giro giro seria ver o ar de deslumbramento do meu pai, num daqueles hoteis todos fancy!

(o meu pai, há 40 anos! )

2. Inscreva-se com o seu pai em aulas de culinária.

Este presente é duplamente genial, quer ver como? Não só irão aprender dois ou três truques para impressionar as senhoras lá de casa, como também poderão aproveitar para preparar depois um jantar romântico surpresa para deslumbrar e ganhar pontos extra no Dia da Mãe :) - weeeell o meu pai cozinha bem pra xuxu! Mesmo! Circunstâncias da vida (como ter duas filhas pequenas a cargo!) obrigaram-no, mas ao ler esta ideia imaginei o meu pai de avental, naqueles workshops de grupo a aprender mais receitas novas para surpreender a minha mãe! E isso cai sempre bem, ?

 

3. Vá aprender a dançar com o seu pai.

Esta já fiz!  Eu e o meu pai fomos parceiros de dança de salão durante 7 meses. E não há homem no mundo com quem eu goste mais de dançar, do que com ele! Acreditem, não só é divertido e unificante, como nos faz sentir umas princesas! 

 4. Agende uma sessão fotográfica na esplanada preferida do seu pai!

As sessões fotográficas não têm de ser apenas para casamentos e bebés fofinhos. Uma fotografia é a memória de um momento. Contrate um fotógrafo, planeie tudo para a esplanada preferida do seu pai e não lhe conte nada. O fotógrafo saberá ser discreto se lhe pedir. Partilhem memórias da sua infância e comam umas torradas. Tente não revelar a surpresa. Quando as fotografias estiverem prontas, surpreenda o seu pai com uma memória única e original de uma tarde bem passada na sua companhia. - Torradas e esplanadas era muito mais uma "cena" que eu tinha com o meu Avô-Anjo, mas esta ideia, quando já se tem netos, é ainda mais gira. Já estou a imaginar o meu pai rodeado das suas 3 meninas e do seu rapagão, sem saber para onde se virar! 

 

5. Ofereça aulas de Golfe, Equitação ou de Música ao seu pai.

O seu pai sempre quis aprender a tocar um instrumento, saber montar a cavalo ou aprender a jogar golfe... mas a vida trocou-lhe as voltas? Ofereça-lhe aulas de música, equitação ou golfe e ajude-o a realizar um sonho! Estamos sempre a tempo de aprender uma coisa nova, verdade? - Música? Música, para isso tem ele o m-R. Golfe... o irmão mais velho dele é campeão nacional e europeu de mini-golfe, isso conta? Agora, só de imaginar o meu paizinho vestido para uma aula de equitação já me ri, logo, não posso desconsiderar a ideia... 

 

Eu confesso que tirei daqui uma bela ideia para o presentear este ano - que isto de só ir ao Porto uma vez por mês atrasa a entrega das prendas, maaaaaas dá mais tempo para pensar!


Espero ainda ir a tempo e ter ajudado, mas acima de tudo… Divirtam-se! Feliz Dia do Pai!

 

Review - Restaurante Siesta

A pedido da Sogrinha, este foi o restaurante visitado no aniversário dela, a semana passada.

Pelos vistos as colegas de Departamento dela adoram este restaurante e nós, os 3, adoramos comida mexicana - win win!

 

Sendo uma Zomato aficcionada, confesso que comecei a ficar de pé atrás quando fui ler as críticas... mas, se era desejo de Sogrinha, nós realizamos!

 

Resumidamente?
Um bom restaurante, com mau serviço e preços muito inflacionados.

O local é muito bonito, a decoração é muito interessante. Contudo, a música ambiente quase não se nota, a música ao vivo é pobre, o ar condicionado está demasiado forte e virado para os clientes - o que se torna desagradável - por exemplo, o m-R tem problemas respiratórios, resultado: andamos a fazer a dança das cadeiras nos primeiros 3 minutos, e nenhum empregado sequer se dirigiu a nós a ver se estava tudo bem...

O atendimento é pouco focado, muito confuso.
Os empregados parecem nem nos estar a ouvir, não sabem tirar dúvidas, retiram talheres da mesa sem olhar (eu fiquei sem talheres ou guardanapos quando acabei de comer as entradas, porque não me agarrei ao garfo e á faca... resultado: andei a pedinchar talheres para comer o prato principal e ainda levei com um empregado que ficou com ar de tonho a olhar para mim), fazem barulho a bater portas e fechar gavetas, mesmo ali ao nosso lado. Para além disso, são muito demorados a recolher os pedidos e a servir (note-se que tínhamos mesa reservada, ou corre-se o risco de aguardar de pé, algum tempo). O cuidado e atenção para com os clientes é mínimo, não olham para nós, não nos falam, parecem pequenos autómatos... Ou seja, o misticismo da experiência, connosco, acabou ao fim de 10 minutos.

A comida é boa, com doses muito bem servidas e nós fizemos por experimentar quase todos os tipos de carne (porco, vaca e frango), em carnitas, tacos e enfrijoladas. A comida é saborosa, mas não é fantástica ou muito memorável. E é uma pena os pratos serem tão caros e: o pico de gallo ser tomate, ponto! Os cogumelos serem enlatados e sensaborões (eu tive que trocar de prato porque não posso comer enlatados, valha-nos não sermos esquistios e trocamos de pratos entre nós). O frango vem meio sem sabor, porque com eles ou é com picante, ou o sabor roça o nulo.
O pulled pork sim, é muito muito bom, os nachos caseiros e o guacamole caseiro também são bastante simpáticos.
As margaritas de morango são boas - os copos em que são servidas (pesadões e enormes) é que eram escusados...

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(o prato de frango, ÓTIMO para quem não gostar de picante, ou de grandes sabores, at all)

 

As sobremesas são boas: o cheesecake de maracujá é fresco, o merengue é maravilhoso, o doce da casa é bom. Mas não indicam os pratos não disponíveis (o que levou a desilusão na nossa mesa) nem fazem sugestões sobre o que comer "em vez de" - lá está, o sempre presente sentimento de não quererem saber do cliente...

O veredicto?
Simpático, mas nada demais. Mediano. Não vale de todo o preço bastante elevado que é cobrado.
Para nós fica como recurso para matar desejos de comida mexicana, apenas e só.

 

E vocês? Conhecem? Gostam de comida mexicana?